terça-feira, 17 de setembro de 2013
Todos os olhos em Celso de Mello
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Ainda o Mercosul
terça-feira, 10 de julho de 2012
O fim do Mercosul? - I
terça-feira, 22 de maio de 2012
Uma pergunta de Luiz Felipe Pondé
terça-feira, 8 de maio de 2012
Sacolinhas plásticas, plano de saúde e o politicamente correto
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
A greve dos correios e o desprezo pelo cidadão
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Procura-se estagiário
Espero retorno...
Tenha um excelente trabalho.
Atenciosamente!"
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Cidadãos amedrontados
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Os comentários e a réplica
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Cai a máscara do MST
O crime foi praticado e agora deve ser punido. Já era hora de cair a máscara do MST.
domingo, 4 de outubro de 2009
Ainda sobre Toffoli no Supremo
Transcrevo o trecho final:
Este blog assina embaixo e endossa as palavras da comentarista política.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Toffoli e o Supremo
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Liberdade de Expressão e Censura
terça-feira, 24 de março de 2009
E Protógenes continua em cena
Porém, há mais.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Anistia e Retrocesso – Parte 2
Certa vez recebi um cliente indiano em São Paulo. Ele vinha ao Brasil pela primeira vez e perguntou-me se havia violência religiosa no Brasil. Respondi de forma negativa. Aquela pergunta fez-me pensar na questão social brasileira e suas características peculiares. No Brasil, convivem em paz judeus e muçulmanos, católicos e protestantes, brancos e negros, além de toda uma gama enorme de imigrantes que adotaram este país como sua morada. Não estou negando a existência de violência ou preconceito nas várias camadas sociais brasileiras, mas a violência existente nas grandes cidades é semelhante à que existe em toda grande cidade do mundo.
Se voltarmos aos anos 1960 e 1970, período mais intenso da ditadura militar, notaremos que o modus operandi da ditadura era diferente da que existiu em outros países latino-americanos. No Chile e na Argentina, os tempos de ditadura foram muito mais agressivos e violentos do que no Brasil. Muitos foram torturados e mortos pelos respectivos regimes. Brasileiros morreram no período da ditadura, mas em número significativamente menor do que nestes outros países. Foi uma época negra da história que foi cicatrizada com a Lei de Anistia.
A Lei de Anistia, ampla e irrestrita, permitiu indenizar as famílias das vítimas, apaziguou ânimos e fechou feridas. O tempo encarregou-se de tornar a cicatriz quase imperceptível, sem necessidade de uma cirurgia plástica. Passados 30 anos, alguns ministros do atual Governo tentam reabrir estas feridas. Trata-se de um erro grave, de uma postura equivocada que dividirá o país de forma desnecessária.
A tortura é um crime abjeto, hediondo e covarde. Tortura motivada por objetivos políticos tem o agravante de desconsiderar integralmente a liberdade de pensamento e de expressão. Por outro lado, o terrorismo também se enquadra na categoria de crimes hediondos. Grupos armados tentavam derrubar o Governo, e o Governo tentava destruir os grupos armados de tendência esquerdista. A luta armada nunca foi a melhor solução e sempre ocasionou, ao longo da história, inúmeras mortes e perdas. A Anistia visava pacificar este conflito social e virar a página para permitir a construção de um novo tecido social e consolidar uma jovem democracia.
Participei da primeira eleição direta para presidente em 1989. Votei naquela eleição. Votei em todas as outras eleições desde aquela época. Aqueles que hoje defendem a revisão da Lei de Anistia foram eleitos graças ao sistema democrático e pluralista vigente no Brasil. Não foram eleitos a força, nem tomaram o poder com base em armas. Revisitar o passado é reabrir feridas cicatrizadas.
Não se trata de olvidar um período da história; trata-se de analisá-lo com a frieza e a distância que o tempo permite.
O tiro pode sair pela culatra, pois o que propõem Tarso Genro, Ministro da Justiça, e Dilma Roussef, Ministra da Casa Civil, é aplicar penas a torturadores, como se a Lei de Anistia não os atingisse. Ora, se os crimes de tortura são imprescritíveis e a Lei de Anistia não os atingiu, os crimes de terrorismo também são imprescritíveis. Desta feita, seria necessário processar todos aqueles que participaram de ações armadas terroristas, tais como Dilma Roussef, José Genoíno, Franklin Martins, Fernando Gabeira, entre muitos outros.
O parecer da Advocacia Geral da União, que afirmou que a anistia é ampla e irrestrita e aplica-se aos dois lados da luta, foi atacado pelo Ministro da Justiça. Não me surpreendi quando o Presidente Lula resolveu ficar em cima do muro e não manifestar sua opinião. Triste omissão. Como chefe de estado, sua função seria tomar uma posição de liderança e de manutenção da ordem e da união dos brasileiros. Mas, não, ele novamente calou-se diante de tema da maior relevância.
A posição esboçada por Tarso Genro e Dilma Roussef indica de forma inequívoca que são políticos que não evoluíram na forma de pensar, com posições revanchistas e retrógradas. Admiro a trajetória de Fernando Gabeira. Hoje Deputado Federal, quase eleito Prefeito do Rio de Janeiro, Gabeira revela lucidez e clareza na forma de analisar a realidade brasileira. O passado é o passado e é preciso olhar para o futuro. Revirar o passado em nada acrescenta para o progresso do país e para o desenvolvimento da sociedade brasileira.
Deixemos as feridas cicatrizadas, sigamos em frente com coragem para enfrentar os milhares de outros problemas mais urgentes e relevantes que afetam os cidadãos deste país.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Anistia e retrocesso - Parte 1
"OS REVANCHISTAS BRASILEIROS, A ANISTIA E CUBA
O cubanófilos brasileiros — e o maior de todos eles, como sabemos, é o presidente Luiz Inácio Lula da Silva — querem revogar a Lei da Anistia. Apenas para um dos lados, é claro. Aqueles que aplicaram a Manual da Guerrilha, de Carlos Marighella, continuariam por aí — ou melhor: por lá. Alguns dão expediente no Palácio do Planalto. O manual de Marighella fazia a defesa do terrorismo. Segundo a Constituição brasileira, terrorismo é crime imprescritível.
***
PC do B – 68 (58 no Araguaia)
PCB – 38
VPR – 37
VAR-Palmares – 17
PCBR – 16
MR-8 – 15
MNR – 10
AP – 10
POLOP – 7
Port - 3
O Coma Andante é 435,86 vezes mais assassino do que a ditadura brasileira, que encheu de metáforas humanistas a conta bancária de Chico Buarque. A história dirá quem foi Fidel? Já disse! Permaneceu 49 anos no poder; no período, passaram pela Casa Branca, lá no "Império" detestado por Niemeyer, dez presidentes!Atenção: 78 mil pessoas morreram afogadas tentando fugir de Cuba. Sair de lá, como sabem, era e é proibido. Assim, o regime de Fidel matou 95 mil pessoas — o que torna o tirano 2.700 vezes mais assassino do que a ditadura brasileira. "
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
O Delegado Protógenes
O conteúdo do blog é insginficante, salvo pelos inúmeros comentários - TODOS - de apoio e elogio à conduta de Protógenes, auto-proclamado salavador da pátria, cavaleiro solitário em confronto com a corrupção e os poderosos. Poderíamos dizer que Protógenes, ao olhar no espelho de manhã, deve achar-se o Don Quixote brasileiro. O blog é um verdadeiro culto à imagem do delegado, assemelhando-se a um fanatismo típico de pessoas com conduta desequilibrada. Estou exagerando? Acho que não.
Resolvi fazer um teste sobre o espírito público e o sentimento democrático do Delegado. Redigi o seguinte comentário no blog do Protógenes:
"Realmente fico pasmado com os comentários acima, com as notícias veiculadas e com a conduta de V. Sa. Neste país, do qual também sou cidadão, há uma Constituição que protege os indivíduos do Estado e de uma polícia, qualquer que seja. A Constituição existe e eu acredito nela. Não acredito em bastiões da liberdade e da justiça que descumprem as regras, direitos e garantias fundamentais.
Chega de grampo! Chega de ilegalidade! Chega de abusos da Polícia Federal!
Chega de auto-propaganda Sr. Delegado!"
O comentário dependia de aprovação para ser publicado e estranhei o fato de não existirem comentários ou críticas à conduta do Delegado. Brinquei com um colega de escritório: "Aposto que ele vai recusar!" Dito e feito. Meu comentário não foi aprovado. Quantos comentários será que o delegado Protógenes recusa por dia no seu blog? E garanto que ele tem tempo de cuidar do blog dele, pois foram inúmeros comentários após o meu, e todos foram aprovados. Vai ver que o curso da Polícia Federal ao qual ele foi convcado era exatamente sobre isto: como fazer um blog!
Fiz o teste do comentário exatamente para avaliar a índole do delegado Protógenes. Alguém que não respeita a lei e os procedimentos de conduta da Polícia Federal é tão - ou mais - criminoso do que o objeto de sua investigação. Descobri que Protógenes também não é lá muito chegado a idéias contrárias às dele, não é receptivo a críticas (algo característico de regimes totalitários) e age buscando a aclamação popular, não o sentido do dever cumprido e do trabalho bem executado.
No fundo, acho que o Protógnes vai ser candidato a deputado em 2010. E se for lançar uma visão ao longe, não me surpreenderia ver seu nome envolvido em algum escândalo de corrupção decorrente do cargo eletivo. Vamos aguardar.
Para quem quiser conferir - ou se arrepiar -, indico o link do Blog do Protógenes.