quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Epígrafe - XXI
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Museus em alta
sábado, 18 de fevereiro de 2012
A obra monumental de Portinari
Exposição dos painéis pintados por Candido Portinari
Período: 7 de fevereiro a 21 de abril de 2012
Local: Fundação Memorial da América Latina,
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664,
nos seguintes espaços:
Salão de Atos, Galeria Marta Traba e Biblioteca Latino-americana Victor Civita.
Horário: terça a domingo, das 9h às 18h
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Mais cultura ao alcance de todos
A notícia completa pode ser lida no portal G1 aqui.
A ótima ideia bem que poderia ser seguida por outras cidades brasileiras. O Rio de Janeiro, por exemplo, poderia criar vários roteiros e passeios com referências a escritores e personagens da nossa história.
domingo, 22 de janeiro de 2012
Cultura ao alcance de todos
- Você já foi ao MASP? E a Pinacoteca, conhece?
O silêncio da resposta indicava que não conhecia.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
A polêmica meia-entrada
terça-feira, 27 de abril de 2010
Poesia Completa de Vinicius de Moraes
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Book
terça-feira, 16 de março de 2010
Oficina Literária
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
100 anos
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Falando de Museus
A reportagem é da coluna Avant-Première do caderno de Fim de Semana do Valor Econômico. Quem assina é João Bernardo Caldeira e Robinson Borges. Comento no final.
"Cor-de-rosa
A visita aos museus paulistas é um programa majoritariamente feminino. É isso o que constata uma pesquisa do Observatório de Museus e Centros Culturais realizada em 13 instituições de São Paulo. O levantamento mostra que 62% de seus visitantes são do sexo feminino. No Rio, entretanto, um estudo similar identifica que em alguns museus o público masculino chega a ser superior ao feminino.
Fala garoto!
Dos 13 museus de São Paulo investigados pelo Observatório, o Museu de Arte Moderna (MAM) foi o que recebeu público mais jovem, com maior presença de visitantes entre 15 e 19 anos (18,4%) e de 20 a 24 anos (27,7%).
Canudo
A pesquisa verificou ainda que os visitantes de museus têm escolaridade acima da média da população em geral: 79,9% têm ensino superior completo ou incompleto, sendo 14,2% deles com pós-graduação. Na Região Metropolitana de São Paulo, apenas 17% da população têm superior incompleto ou completo."
Sintetizando: quem vai a museu em São Paulo é quem tem maior nível de escolaridade, e por conseqüência, maior poder aquisitivo. Isto pode ser visto como um diagnóstico interessante: há necessidade de maior divulgação dos museus para o público de escolaridade mais baixa. Importa não só divulgar, mas também criar visitas guiadas para explicar mostras e exposições. Muitas pessoas sentem-se inibidas de visitar um museu porque acham que não vão entender o que ali se encontra. A divulgação e a informação poderiam inverter os percentuais de visitantes encontrados na pesquisa.
Outro ponto que parece óbvio: quem tem mais conhecimento e informação, busca sempre mais conhecimento e aperfeiçoamento. Pessoas com nível superior completo ou incompleto são mais curiosas e destemidas na busca de cultura. Trata-se do "consumidor" tradicional de cultura, em todas as suas versões. É este o público que lê, que ouve música, que visita exposições de arte, que vai a museus.
A pesquisa mostra que a disponibilidade de cultura existe para toda a população, mas muitos se desinteressam por ela. Uma ampla campanha de divulgação nas escolas públicas, por exemplo, poderia atrair um novo público aos museus, que por sua vez, teria sua curiosidade aguçada. Este "despertar" da curiosidade pode conduzir o jovem a continuar seus estudos e buscar mais informação. A democratização da cultura tem uma contribuição fundamental na criação de um círculo virtuoso de aumento da escolaridade da população brasileira.
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Na minha cabeceira

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Mutações Carnavelescas
terça-feira, 1 de maio de 2007
Feriado com Goya
Resolvi ir ao Masp ver a exposição de gravuras de Goya, coleção da Caixanova que pela primeira vez deixa a Espanha. Goya é um daqueles pintores que me marcou na juventude. A forma com que pinta o sofrimento humano em cenas de guerra me marcou. E fui ao Masp para ver a Série Desastres de Guerra. As gravuras estão divididas em séries, com temáticas diferentes.
Ao chegar havia uma pequena fila. Cheguei pouco antes do museu abrir, pois não queria arriscar. Surpreendi-me ao saber que hoje a entrada era gratuita. Fiquei contente por não pagar, mas sabia que ia enfrentar a turba dentro do museu. Como havia chegado cedo, consegui ver tudo que queria. Talvez volte outro dia na hora do almoço com mais calma, pois neste horário o museu é quase vazio, mais parecendo uma igreja de tão silencioso.
De fato, por volta das 12 horas, a fila para ver as gravuras era longa. Isto prova algumas coisas. O brasileiro sabe aproveitar das mostras culturais desde que divulgadas e disponibilizadas a preços acessíveis. Segundo, é preciso educar o visitante para que saiba apreciar o que está vendo. O Masp disponibilizou um belo folheto, em português e espanhol, explicando a mostra. Porém, era fácil ouvir comentários de pessoas totalmente desinformadas. Na Série Desastres de Guerra, uma senhora dizia a outra atrás de mim: "Nossa, estas gravuras parecem cenas de guerra! Que trágico!". Claro que fiquei quieto, mas ela queria cenas bucólicas e campestres, ou talvez bailarinas no estilo Degas? Se a Série era sobre guerra, as gravuras obviamente seriam sobre guerra.
Este exemplo revela a importância dos museus, dos centros culturais, dos recintos de exposições em divulgar e informar o visitante sobre o conteúdo da mostra. Isto faz parte de um processo educativo fundamental para amadurecer o cidadão que poderá usufruir da cultura de forma mais consciente.
domingo, 25 de fevereiro de 2007
Getulio: uma revista ousada
Mas voltemos à revista, senão a divagação se torna muito extensa. Diz o editor:
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007
Lembrando Paulo Francis
Assistia com prazer ao programa Manhattan Connection quando Paulo Francis era vivo. Depois de sua morte, o programa perdeu a graça. Bem que o Diogo Mainardi tenta seguir seus passos, mas Paulo Francis era Paulo Francis.
Um homem de vasta cultura, um intelectual no melhor estilo, e que não tinha papas na língua. Se achava o escritor medíocre, dizia com todas as letras. Se gostava, elogiava de forma única.
Ainda que os mais novos não tenham tido a oportunidade de ler Paulo Francis, fica aqui a dica e a sugestão para uma leitura que sempre provoca.




