segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
Novos atalhos para velhos caminhos
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| Foto: portaldotransito.com.br |
quinta-feira, 19 de junho de 2014
Feriados e a copa do mundo
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Ultrapassando limites
Na mesma linha é preciso restringir a conduta dos chamados Black Blocs, grupo de mascarados que se autointitulam como anarquistas, mas são na verdade baderneiros sem causa e que lutam contra a ordem estabelecida, ou seja, não seguirão o caminho da legitimidade para levar a cabo as mudanças que propõem. Manifestações que terminam com depredação e violência são uma afronta ao regime democrático e devem ser repelidas - as depredações, é claro. A liberdade de manifestação é ampla, mas quando se ultrapassam os limites da razoabilidade e da ordem, o Estado deve agir e restabelecer a ordem.
Não há causa que justifique a pichação e a depredação do patrimônio público ou privado.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Uma eleição sem graça
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| Masp - (c) Visão ao Longe |
Vejamos alguns exemplos:
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Cidade Vazia
Curti a cidade vazia, de céu azul e sol. E se fosse assim todos os dias?
Se a cidade fosse assim todos os dias, São Paulo não teria graça.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Guignard e o Oriente
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Futebol e bola
É um museu moderno, que faz muito bem o uso das novas tecnologias. Fiquei com a impressão de que se entra numa máquina do tempo, onde as emoções que senti quando criança foram reavivadas, renascidas no momento presente. O futebol é um esporte que permite ao indivíduo sentir a mesma emoção aos 6 e aos 60 anos de idade. A Copa do Mundo, então, acentua ainda mais estas lembranças.
Os grandes locutores são lembrados narrando gols inesquecíveis. Pedro Luiz, Fiori Gigliotti, Osmar Santos. Do rádio, passa-se à imagem colorida da televisão e a Copa de 1970. Lembrei de meu avô, Heitor, que todo domingo no início de um programa esportivo, onde exibiam o quarto gol do Brasil na final contra a Itália, narrava a jogada que culminou com um passe de Pelé para Carlos Alberto marcar. Os momentos alegres e tristes da Copa de 1982. Era criança ainda e chorei copiosamente quando o Brasil perdeu da Itália por 3 a 2, na Espanha. Parecia o fim do mundo para um jovem garoto que jamais havia visto o país erguer uma taça de Copa do Mundo.
As imagens de todas as copas são um exercício de memória, onde se pode nomear os jogadores, e contar aos mais novos como as coisas aconteceram. Nestas salas, a emoção é visível, palpável. Todos comentam em voz alta numa cumplicidade de quem viveu e sentiu emoções semelhantes.
Numa outra sala, mais adiante, a bola. Objeto perfeito, que pode ser feito de tantos materiais, e talvez por isso, o futebol seja tão popular, tão fácil de ser jogado, tão fascinante. A bola traz alegrias, mas não perdoa e castiga aqueles a maltratam. A bola tem vida própria e parece guardar sempre uma surpresa. Desde o grito entalado na garganta, até a lágrima que se derrama quando ela resolve repousar no fundo das redes do time do coração.
O Museu do Futebol capta um pouco da magia do futebol. As emoções ficam por conta do visitante.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Cow Parade - II
OBS: As fotos foram tiradas por este blog. Não custa nada citar a fonte, caso alguém queira reproduzi-las.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
No meio do dilúvio
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Cow Parade
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
São Paulo de ontem
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Ipês amarelos e cerejeiras

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Paulicéia

A garoa fina banha os edifícios de concreto armado. Verão de matizes e tons gris. O aroma sulfuroso e denso que paira sobre a megalópole exalado pelos inúmeros veículos, que como formigas se alastram pelo labirinto de asfalto. Pontes, viadutos, ruas, avenidas. Concreto. Asfalto. Do preto ao cinza, com várias nuances. Rio que lhe corta, mas não sangra, pois a vida se lhe escapou há anos. Rostos sisudos, frios, fechados são o espelho da aridez construída. Arranha-céus que sufocam o pequeno menino a caminhar numa calçada esburacada. Paulicéia inóspita? Paulicéia robotizada?
Ao completar 455 anos, a descrição parece refletir a imagem de São Paulo na mente de tantas pessoas. Pesquisa do Ibope indica que 70% dos paulistanos não mudariam de cidade. Por detrás desta imagem – e de todos os problemas -, São Paulo tem a sua beleza e um ritmo intenso e feroz. É uma cidade dinâmica, que cresce e modifica-se de forma alucinante com transformações constantes. É uma terra de oportunidade, que valoriza e premia os ousados e dedicados cidadãos. É uma terra de beleza escondida, miscigenada, cosmopolita.
A visão melancólica da terra da garoa, de uma cidade hostil, se desfaz na forma como a cidade, sempre de braços abertos, recebe seus novos habitantes vindos de todas as partes do Brasil e do mundo. Basta olhar para suas quaresmeiras que começam a florescer, na arquitetura moderna de prédios novos que convivem com construções preservadas de um passado glorioso, nos rostos variados que desfilam pela Avenida Paulista, no luxo da Rua Oscar Freire, no verde do Parque do Ibirapuera, que a verdadeira imagem de São Paulo se descortinará.
Aqui nasci e aqui cresci. Aqui vivo com o orgulho de ser paulistano, ainda que alguns digam que tenho alma carioca.
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Pinacoteca: estímulos visuais
Ah, a gravura de Maria Bonomi que ilustra este post não foi tirada na Pinacoteca.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Notas curtas e observações
Vamos aguardar. Continuo achando que Kassab vai ser reeleito.
5. Chegou a primavera e chegaram as chuvas. Tempo com cara de outono: chuva e friozinho.
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Terra da Garoa?
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Olhar no Feriado
Céu azul e clima ameno. Um dia de inverno ideal!
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Salve Jorge








