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quarta-feira, 16 de julho de 2014
terça-feira, 8 de abril de 2014
Summertime Sadness, de Lana del Rey
Summertime Sadness
Kiss me hard before you go
Summertime sadness
I just wanted you to know
That, baby, you're the best
I got my red dress on tonight
Dancing in the dark in the pale moonlight
Done my hair up real big beauty queen style
High heels off, I'm feeling alive
Oh, my God, I feel it in the air
Telephone wires above are sizzling like a snare
Honey, I'm on fire, I feel it everywhere
Nothing scares me anymore
(1, 2, 3, 4)
Kiss me hard before you go
Summertime sadness
I just wanted you to know
That, baby, you're the best
I got that summertime, summertime sadness
S-s-summertime, summertime sadness
Got that summertime, summertime sadness
Oh, oh, oh, oh, oh
I'm feelin' electric tonight
Cruising down the coast goin' 'bout 99
Got my bad baby by my heavenly side
I know if I go, I'll die happy tonight
Oh, my God, I feel it in the air
Telephone wires above are sizzling like a snare
Honey, I'm on fire, I feel it everywhere
Nothing scares me anymore
(1, 2, 3, 4)
Kiss me hard before you go
Summertime sadness
I just wanted you to know
That, baby, you're the best
I got that summertime, summertime sadness
S-s-summertime, summertime sadness
Got that summertime, summertime sadness
Oh, oh, oh, oh, oh
Think I'll miss you forever
Like the stars miss the sun in the morning sky
Later's better than never
Even if you're gone I'm gonna drive (drive, drive)
I got that summertime, summertime sadness
S-s-summertime, summertime sadness
Got that summertime, summertime sadness
Oh, oh, oh, oh, oh
Kiss me hard before you go
Summertime sadness
I just wanted you to know
That, baby, you're the best
I got that summertime, summertime sadness
S-s-summertime, summertime sadness
Got that summertime, summertime sadness
Oh, oh, oh, oh, oh
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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Morre Paco de Lucía
Morreu o expoente da guitarra flamenca, Paco de Lucía, aos 66 anos. Um dos grandes violonistas desta expressão musical tão característica que é o flamenco. Sua discografia é ampla e marcou época, transportando um ritmo local espanhol para todos os cantos do planeta.
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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Tudo Certo - Luiza Possi
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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
You are there (Stacey Kent)
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terça-feira, 9 de outubro de 2012
Conto: Cristal
Cristal - Bajofondo Tango Club
Cristal
Uma estranha melancolia tomou-lhe de assalto naquele final de tarde. Ainda estava claro, o sol recolhia-se preguiçosamente no horizonte. Resolveu caminhar dispensado a estação de metrô bem próxima do escritório no centro da cidade. Olhar ausente, quase monástico, passos lentos e sem a jovialidade que lhe era característica. Seu estado de espírito contrastava claramente com a notícia que recebera do chefe durante o almoço: ganhara a promoção, o cargo almejado durante os últimos dois anos era dele. Teria que se mudar para os Estados Unidos, mas aliaria novos desafios a um programa de MBA em Boston. O que mais poderia querer? Não era este o sonho de todo profissional jovem e ambicioso?
O vazio insistia em lhe rondar a alma. A vida, infelizmente, revelava-se binária, sem um cardápio de cores, tons e matizes variados como uma cartela de loja de tintas com suas amostras. A tinta revela-se na parede diferente do mostruário, assim como a realidade desejada nem sempre tem o doce sabor do sonho quando se materializa.
A decisão fácil era a improvável; a decisão difícil era impossível.
O caminho parecia não lhe oferecer alternativa. Teria que seguir no trilho que o destino lhe condenara. Não havia escapatória, nem tampouco alternativa. Resignado, conformou-se, sem os lamúrios do tango ou dos fados que seu pai tanto adorava e que ouvira repetidamente na infância.
Entrou no apartamento, beijou a testa da mãe após afastar-lhe os cabelos com a mão. Seus olhos buscaram os dele com ternura perceptível apenas por ele. Palavras não eram ditas por ela desde o grave derrame. Permanecia silente e paralisada na cadeira de rodas.
Dispensou a enfermeira. A noite era o turno que lhe cabia há quatro anos. Num pequeno cálice de cristal deu-lhe um gole de vinho do Porto. E sucessivamente, até o final da taça. O único prazer que insistia em dar à mãe religiosamente todos os dias.
NOTA: O texto surgiu a partir da música Cristal, do Bajofondo Tango Club, num exercício de escrita. Deixe a música servir de trilha sonora a estória.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Só tinha de ser com você
SÓ TINHA DE SER COM VOCÊ
Tom Jobim
É, só eu sei
Quanto amor eu guardei
Sem saber que era só pra você
Quanto amor eu guardei
Sem saber que era só pra você
É, só tinha de ser com você
Havia de ser pra você
Senão era mais uma dor
Senão não seria o amor
Aquele que a gente não vê
O amor que chegou para dar
O que ninguém deu pra você
Havia de ser pra você
Senão era mais uma dor
Senão não seria o amor
Aquele que a gente não vê
O amor que chegou para dar
O que ninguém deu pra você
É, você que é feita de azul
Me deixa morar nesse azul
Me deixa encontrar minha paz
Você que é bonita demais
Se ao menos pudesse saber
Me deixa morar nesse azul
Me deixa encontrar minha paz
Você que é bonita demais
Se ao menos pudesse saber
Que eu sempre fui só de você
Você sempre foi só de mim
Você sempre foi só de mim
Que eu sempre fui só de você
Você sempre foi só de mim
Você sempre foi só de mim
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quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Steve Jobs
Palavras são desnecessárias para dizer o quanto este homem inovou a tecnologia e nossa forma de lidar com os aparelhinhos eletrônicos. Um gênio e um grande revolucionário que deixará sua marca e seu legado.
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terça-feira, 23 de agosto de 2011
Saber viver
Quando a morte se aproxima, quando a idade avança, percebemos de forma mais significativa se soubemos viver. São momentos em que os remorsos afloram, as implicâncias parecem evaporar, o rancor se dissolve. A doença - sendo mais grave - contribui para este exame de consciência na antesala da porta pela qual todos vamos passar. Lendo o post Leite(s) Derramado(s) da Rachel no Terapia da Palavra pensei em apenas reproduzir o texto com o devido crédito, mas ele me pôs a pensar e resolvi dar uma pequena contribuição minha.
Uma lista de arrependimentos comuns manifestados por pessoas à beira da morte. Este é o tema do post Regrets of the Dying. A lista em inglês está no original e em português no Terapia da Palavra. Não vou transcrevê-la, apenas aguçar a curiosidade dos leitores.
Ao ler a lista lembrei de uma música do Titãs (É preciso saber viver) e de uma propaganda em que um grupo de pessoas numa sala de reunião se admira com a única plantinha num vaso escondido num canto da sala. Temos a impressão de que aqueles "seres humanos" esqueceram de viver, de contemplar a existência à sua volta.
Quando era pequeno gostava de passar horas ouvindo estórias da minha avó e tias avós, ficar conversando com meu avô. Poderia ter ignorado aquelas estórias, mas ouvi-as pacientemente. Hoje, recordo-as com alegria e emoção, com verdadeiro carinho e feliz de ter dedicado aqueles momentos a eles. São memórias que permanecem e serão repassadas à próxima geração, de forma oral, como a tradição antiga, daquela época em que não havia escrita, não havia papel, não haviam blogs, iPads e email.
Ouvir. Olhar. Falar. Viver. Sentir. Cada uma destas ações é profundamente humana.
terça-feira, 19 de julho de 2011
Música no Museu
Neymar Dias e convidados no Música no Museu
Resolvi seguir minhas reflexões e partir do mundo das ideias para o mundo da prática. Domingo de manhã de sol e pela primeira vez fui a um concerto no Museu da Casa Brasileira. Localizado na Av. Brig. Faria Lima, 2705, numa área nobre de São Paulo, o museu está instalado no antigo Solar Fábio Prado. Há um enorme jardim no fundo da casa com espaço para as crianças correrem, apreciarem as árvores e algumas esculturas.
O projeto denominado Música no Museu é o prato chefe nos domingos às 11 horas. São espetáculos musicais sob a coordenação de Carmelita Rodrigues de Moraes que "buscam traduzir a diversidade musical". O programa está no site e no mês de julho privilegiam a música instrumental brasileira, mas aspectos regionais. Neste último domingo, houve apresentação de Neymar Dias e convidados, tocando viola caipira. Os eventos são gratuitos e não é preciso reservar lugar, nem pegar senha.
Dizem que a capacidade de surpreender-se diante de coisas novas é sinal de uma alma jovem. Pois bem, fiquei encantado com o espaço, a música e as pessoas que ali estavam. São Paul tem este lado mágico de oferecer incontáveis opções culturais, basta procurar.
Sou um curioso e gosto de degustar coisas novas. Gosto de agregar com novas experiências, sejam elas musicais, literárias, visuais ou gastronômicas. No fundo, tudo contribui para o aumento do arsenal para escrever, mas também abre novos horizontes. A música tem o condão dar asas a imaginação, de incrementar a memória com associações e imagens mentais.
Ao escrever o último post, percebi que precisa ouvir algo novo e mostrar aos pequenos - meus filhos - que há muita diversidade musical e que a cultura enriquece o ser humano. Eles reclamaram no início, mas no final gostaram no programa diferente.
Fica a dica e trata-se de um programa para todas as idades, não só para adultos.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Audiência
Audiência s.f. (...) 3. Sessão de tribunal na qual se ouvem as partes, as testemunhas e julgam-se as causas.
(Dicionário Escolar da Língua Portuguesa. Academia Brasileira de Letras. 2ª. ed. São Paulo : Companhia Editora Nacional, 2008.)
Curioso como uma palavra faz parte de nosso cotidiano e de repente, num dia qualquer sem mais nem menos, esta palavra revela-se com todo seu sentido. Participar de audiências é da rotina do advogado. Na maioria das vezes, pouco se ouve, pouco se discute e pouco se concilia. Muitas audiências são inúteis e servem para cumprir uma exigência processual. Ontem foi diferente.
Um sujeito, com deficiência visual, ajuizou uma ação reclamando danos morais por não ter conseguido assistir a um show musical como esperava. Durante quase meia hora, tentei convencer o autor da ação a fazer um acordo. Ele não aceitou e insistiu que tinha direito a ser indenizado pelo dano moral que lhe fora causado - ou pelo menos ele acha que sofreu um dano moral.
Saí com a clara sensação de que o autor é uma pessoa revoltada com sua deficiência, uma pessoa que tenta se aproveitar de sua condição, fazendo-se de vítima. Há tantos exemplos de superação e de força de vontade que levam seres humanos a realizar todo seu potencial independentemente de sua condição física ou financeira. São inúmeros os exemplos que inspiram e que provocam mudanças positivas nas pessoas de sua convivência. A lista seria infindável. Batalhas contra o câncer e outras doenças, pessoas que sofrem acidentes, deficientes com feitos heróicos nos esportes e na produção científica. Para estas pessoas, o obstáculo é parte do caminho, mas jamais uma barreira.
Mas o autor insistia que não havia conseguido VER o show de música. Ora, música não é para ser vista, mas ouvida, assim como uma audiência é uma sessão onde o juiz ouve as partes. Não há necessidade da visão para se realizar o ato, nem há necessidade da visão para apreciar integralmente a música.
Ao final de minhas tentativas frustradas para chegar a um acordo, concluí que o autor da ação não sabe o verdadeiro escopo da música, cuja beleza não é visual, mas sonora, e esta sonoridade é alimento intenso para o espírito. Pobre do sujeito que não compreendeu a essência desta arte.
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terça-feira, 3 de maio de 2011
Sonhos
Sonhos têm lá sua vontade própria, suas surpresas, suas razões que só o inconsciente conhece. Quando o sonho é bom, o alvorecer é triste; quando o sonho é medonho, o despertar é feliz. Mas quando se pode dizer “Hoje sonhei contigo”, a alegria perdura e permeia todo o dia.
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8:51 AM
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terça-feira, 19 de abril de 2011
Adele
21 é o novo álbum de Adele e tem permanecido entre os mais vendidos na iTunes Store americana nas últimas semanas. A inglesa de voz grave lembra um pouco Amy Winehouse e Duffy, duas expoentes inglesas de um soul quase pop.
Adele começou a cantar aos 14 anos (ela nasceu em 1988) e não parou mais. Nas palavras dela, seu primeiro álbum, 19, é sobre o amor, sobre estar apaixonado, sobre desilusões. Chasing Pavements é a música que mais fez sucesso no primeiro álbum.
Seus primeiros dois álbuns trazem números no título. Por quê? A numeração refere-se à idade em que ela compôs as músicas e o seu estado de ânimo. 21, diz ela, é um álbum mais amadurecido. Vale a pena conferir esta jovem estrela que vem estourando na Inglaterra e EUA.
quarta-feira, 16 de março de 2011
The Naked and Famous
De vez em quando a itunes store nos presenteia com boas surpresas nos brindes semanais, que é o caso desta semana. Young Blood está disponível para download gratuito na itunes store americana nesta semana. Não conhecia a banda, mas o hit me pegou de jeito.
The Naked and Famous é uma banda neozelandesa. Seu primeiro álbum, Passive Me, Aggressive You, foi lançado mundialmente no dia 14 de março. Estourou na Nova Zelândia e vem fazendo sucesso na Inglaterra e Alemanha, principalmente no circuito das bandas independentes e de rock alternativo. A BBC indicou a banda para concorrer ao prêmio Sound of 2011.
Young Blood já fez parte da trilha sonora de diversos seriados e Punching in a Dream foi destaque no episódio 5 da 2a. temporada da série americana The Vampire Diaries.
Escute e tenha sua opinião. Acho que você ainda vai ouvir falar neles. Mas leu aqui primeiro!
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Um novo capítulo
A Modern Sound fechou suas portas. A tradicional loja de música de Copacabana encerrou suas atividades no último dia de dezembro do ano de 2010. A notícia foi tema do post anterior. Fiquei com a triste sensação, ao saber do fato, de ter perdido uma fotografia, um objeto querido, um momento único cujo cenário desapareceu.
Estive na Modern Sound um única vez numa manhã de sexta-feira de junho de 2008. Levado por uma amiga sem igual, passei a manhã inteira na loja, sem perceber o tempo passar, sem querer que o tempo passasse. Vasculhamos as prateleiras repletas de CDs, alguns raros, outros revelando a variedade impressionante de gêneros e artistas que o catálogo da loja trazia.
Era um salão amplo, pé direito alto que permitia uma luminosidade natural, grandes prateleiras nas laterais. No centro, grandes caixas de madeira, como prateleiras deitadas na horizontal, permitiam dedilhar pelos CDs e garimpar algo diferente. Subindo alguns degraus, no fundo da loja, outra seção com mais CDs. No lado direito da loja, um pequeno café com mesinhas que ficavam numa parte elevada e permitiam uma visão global do salão.
Foi um lugar que marcou-me e que se tornou inesquecível, não só pela companhia, mas por ser algo completamente diferente. Bastava falar na loja com alguém, que a conversa conduzia os interlocutores àquele canto da Barata Ribeiro. Um CD raro encontrado por lá; um pocket show senscional; o ambiente que transpirava boa música.
Por ironia da vida, a Modern Sound sucumbiu à modernidade. O "modern" da razão social ficou ultrapassado. A indústria musical mudou, não conseguiu ainda se adaptar totalmente aos sistemas de download de música e não soube combater a pirataria de forma eficaz. Culpa de quem? Creio que as grandes responsáveis são as gravadoras. Se elas tivessem sabido abrir mão de um pouco do lucro, teriam preservado toda uma cadeia de negócios, incluindo o lojista final.
A Modern Sound sucumbiu à modernidade, à pirataria, aos elevados custos que o empresário enfrenta no Brasil. Mas a Modern Sound era um patrimônio carioca e viverá em nossas memórias.
Memória que sempre guarda aquilo que queremos preservar.
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Renato
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11:30 AM
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terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Triste notícia
A notícia teve destaque no Jornal Nacional. A chamada, sem mencionar o nome da loja, imediatamente me fez adivinhar o que viria. O fato me entristeceu. O Globo também noticiou o fim de uma era. O anúncio acima é um epitáfio singelo para honrar um patrimônio da música carioca. A Modern Sound fechou suas portas.
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terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Noites de um Verão Qualquer, Skank
NOITES DE UM VERÃO QUALQUER
Composição: Samuel Rosa/César Mauricio
Noites de um verão qualquer
Eu me sufoco nesse ar
O corpo venta em preto
O chão devora o espaço ocular
Noites de um verão qualquer
Deixa que ela entenda o traço
Que invente a fuga por nós dois
Que sou seus pés, eu sou também seus braços
Noites de um verão qualquer
Dentro da febre desse abraço
Satélite voltou do céu
Eu sou o resto, sou também o aço
Noites de um verão qualquer
Sob sua pele encontrei abrigo
Pra gente se devorar
Na órbita do seu umbigo
Seguem infinitos metros
Pra perto desse abraço
Eu tento respirar
Desdar o nó que aperta esse laço
Noites de um verão qualquer
Deixa que ela entenda o traço
Que invente a fuga por nós dois
Que sou seus pés, eu sou também seus braços
* * * * *
Começando o verão no clima da estação. Calor, preguiça e um convite a tardes lentas numa rede. Momentos de luz e muito sol. Noites que demoram a chegar e premiam o astro rei com todo seu esplendor. A música é só um pouco da trilha sonora para aqueles momentos de final de tarde. O clipe oficial está disponível aqui.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Shimbalaiê
Para quem ainda não conhece Maria Gadú, a música que foi mencionada no post anterior.
SHIMBALAIÊ
Shimbalaiê, quando vejo o sol beijando o mar
Shimbalaiê, toda vez que ele vai repousar (2x)
Shimbalaiê, toda vez que ele vai repousar (2x)
Natureza deusa do viver
A beleza pura do nascer
Uma flor brilhando à luz do sol
Pescador entre o mar e o anzol
A beleza pura do nascer
Uma flor brilhando à luz do sol
Pescador entre o mar e o anzol
Pensamento tão livre quanto o céu
Imagino um barco de papel
Indo embora pra não mais voltar
Tendo como guia Iemanjá
Imagino um barco de papel
Indo embora pra não mais voltar
Tendo como guia Iemanjá
Shimbalaiê, quando vejo o sol beijando o mar
Shimbalaiê, toda vez que ele vai repousar (2x)
Shimbalaiê, toda vez que ele vai repousar (2x)
Quanto tempo leva pra aprender
Que uma flor tem vida ao nascer
Essa flor brilhando à luz do sol
Pescador entre o mar e o anzol
Que uma flor tem vida ao nascer
Essa flor brilhando à luz do sol
Pescador entre o mar e o anzol
Shimbalaiê, quando vejo o sol beijando o mar
Shimbalaiê, toda vez que ele vai repousar (2x)
Shimbalaiê, toda vez que ele vai repousar (2x)
Ser capitã desse mundo
Poder rodar sem fronteiras
Viver um ano em segundos
Não achar sonhos besteira
Poder rodar sem fronteiras
Viver um ano em segundos
Não achar sonhos besteira
Me encantar com um livro, que fale sobre vaidade
Quando mentir for preciso, poder falar a verdade
Quando mentir for preciso, poder falar a verdade
Shimbalaiê, quando vejo o sol beijando o mar
Shimbalaiê, toda vez que ele vai repousar (4x)
Shimbalaiê, toda vez que ele vai repousar (4x)
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Renato
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10:27 AM
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segunda-feira, 18 de outubro de 2010
King of Anything, de Sara Bareilles
King of Anything é uma das músicas que compõem o novo álbum de Sara Bareilles. Kaleidoscope Heart foi lançado nos EUA no dia 7 de setembro de 2010 e está atualmente na 19a. posição na iTunes store americana. King of Anything é o primeiro single de trabalho.
Infelizmente o vídeo original só está disponível no Youtube, mas vale a pena ver e ouvir. O making of está disponível gratuitamente na iTunes store. Um interessante jogo de imagem, cor e fotografia.
Trilha sonora para o fim do dia. Ou para começar bem o dia.
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Renato
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