Mostrando postagens com marcador skank. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador skank. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Noites de um Verão Qualquer, Skank



NOITES DE UM VERÃO QUALQUER
Composição: Samuel Rosa/César Mauricio

Noites de um verão qualquer
Eu me sufoco nesse ar
O corpo venta em preto
O chão devora o espaço ocular

Noites de um verão qualquer
Deixa que ela entenda o traço
Que invente a fuga por nós dois
Que sou seus pés, eu sou também seus braços

Noites de um verão qualquer
Dentro da febre desse abraço
Satélite voltou do céu
Eu sou o resto, sou também o aço

Noites de um verão qualquer
Sob sua pele encontrei abrigo
Pra gente se devorar
Na órbita do seu umbigo

Seguem infinitos metros
Pra perto desse abraço
Eu tento respirar
Desdar o nó que aperta esse laço

Noites de um verão qualquer
Deixa que ela entenda o traço
Que invente a fuga por nós dois
Que sou seus pés, eu sou também seus braços

* * * * *

Começando o verão no clima da estação. Calor, preguiça e um convite a tardes lentas numa rede. Momentos de luz e muito sol. Noites que demoram a chegar e premiam o astro rei com todo seu esplendor. A música é só um pouco da trilha sonora para aqueles momentos de final de tarde. O clipe oficial está disponível aqui.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Sutilmente, Skank



Sou um fã do Skank. Passa o tempo e suas músicas continuam a trazer letras são pura poesia cantada.

"E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
Quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
Quando eu estiver fogo
Suavemente se encaixe

E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce

Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti

Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti"
- Skank - “Sutilmente

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Uma canção é pra isso

Uma música do Skank para animar o começo de semana curta. No último post, falava de música e alegria. Esta letra tem trechos que poderiam muito bem inspirar um conto ou uma poesia. Mas ela fala por si só: "uma canção é pra trazer calor / deixar a vida mais quente". Quantas canções tocam sem querer no rádio e nos trazem à mente bons momentos, boas lembranças e alegrias?

Deixo a música falar para quem quiser e souber ouvir.



Uma canção é pra acender o Sol
No coração da pessoa
Pra fazer brilhar como um farol
O som depois que ressoa

Uma canção é pra trazer calor
Deixar a vida mais quente
Pra puxar o fio da paixão
No labirinto da gente

Pra consertar
Pra defender a cidadela
Pra celebrar
Pra reunir bairro e favela

Uma canção me veio sem querer
Naquela hora difícil
Joguei-a logo nesse iê iê iê
Por profissão ou por vício

Pra clarear a escuridão
E o mundo encerra
Pra balançar
Pra reunir o céu e a terra

Uma canção é pra fazer o Sol
Nascer de novo
Pra cantar o que nos encantou
Na companhia do povo

Pra consertar
Pra defender a cidadela
Pra celebrar
Pra reunir bairro e favela

Uma canção é pra acender o Sol
No coração da pessoa
Pra fazer brilhar como um farol
O som depois que ressoa

Pra clarear a escuridão
E o mundo encerra
Pra balançar
Pra reunir o céu e a terra.

terça-feira, 10 de julho de 2007

Mil Acasos

Há dias em que as pequenas contrariedades da vida moderna testam a nossa paciência e nosso bom humor.

Na tarde de hoje fui ao Fórum Central de São Paulo, que fica perto da Praça da Sé. Lugar tumultuado e cheio de gente. Era para ser algo rotineiro e simples. Saí do escritório carregando 10 volumes de um processo, fazendo um pouco de musculação para entrar no espírito do Pan. Até aí, nada de mais. Vida de advogado é assim mesmo, você aprende a se divertir com os percalços do ofício.

Tudo ia bem até chegar no cartório da 22a. Vara Cível. Para quem não sabe, o cartório é o local onde ficam os processos e uma série de funcionários geralmente mal humorados e grossos. Uma simples pergunta se transformou numa resposta atravessada e grosseira de uma funcionária pública. Engoli seco, sorri e agradeci, enquanto que por dentro explodia de raiva. Fiquei irritado com a forma com que fui tratado. Desci pelo elevador soltando aquelas fumacinhas de desenho animado.

Segui rumo ao Tribunal de Justiça, que fica na frente do Fórum Central. Enquanto esperava o farol (ou semáforo para quem não é paulista), passou um carro com uma certa placa. Comecei a rir e esqueci completamente da funcionária. Explico. Eu tenho mania de reparar em placas de carro e crio pequenos jogos mentais para me distrair no trânsito. Há uma placa específica que sempre me faz sorrir.

Pronto, meu humor já estava bom de novo. Foi um daqueles pontos luminosos no dia que mencionei em outro post, um daqueles mil acasos ou coincidências que melhoram o nosso humor. Não ia deixar aquela funcionária grossa estragar minha tarde. Coisas que a gente aprende com os amigos.
Então, com Mil Acasos e Skank termino o dia.