domingo, 28 de julho de 2013
Dilma, o poste e o criador
terça-feira, 29 de maio de 2012
Lulamente
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
E Lula se foi
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Um país dividido
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Um mapa eleitoral
Agora, só nos resta respirar fundo e não se calar.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Hélio Bicudo, a democracia e a liberdade
E termina sua fala com a afirmação: "Não precisamos de soberanos com pretensões paternas, mas de democratas convictos." Pense nisso na hora de votar.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
A voz das urnas
Conforme nossa previsão, Tirirca foi eleito. O Delegado Protógenes Queiroz também foi eleito. A Mulher Pera, apoiada por Eduardo Suplicy, teve a candidatura impugnada e ficou sem votos. Outros oportunistas que procuravam um emprego também não se elegeram, o que deixa um fio de esperança.
Algo que ficou muito claro com o mapa de votação para presidente foi a divisão do país. No Nordeste, 22% dos eleitores recebem o Bolsa-Família. O voto de cabresto ainda impera. Esta a razão para o sucesso de Dilma naquela região.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Em defesa da Democracia
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
A visão "curta" da liberdade de imprensa
segunda-feira, 17 de maio de 2010
O cômico horário político
Voltemos ao ponto.
De fato, o horário político é cômico.
domingo, 14 de março de 2010
Ainda sobre Lula e sua máscara de cera
quinta-feira, 11 de março de 2010
Lula, a fraude do Brasil
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Jogo Rápido
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Verdades Incômodas
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Lula e Freud
Uma pérola destas não poderia passar batido.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Uma cena em várias versões.
A versão da Uniban:
A versão dos cartões corporativos:
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Mentiras e mais mentiras
Conversa para boi dormir!
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Discurso vazio ou é hora de parar
Ouvi trechos do discurso de José Sarney, presidente do Senado, sobre os atos secretos e a indicação de familiares para cargos em comissão e a crise do Senado. Li o discurso quase na íntegra como publicado no Estadão de quarta-feira. Fiquei perplexo, para dizer o mínimo. Espantado diante de tantas palavras para atribuir a culpa aos outros. Tive a nítida sensação de que Sarney parecia estar em outro planeta e discursava sobre uma realidade que nada tinha a ver com o que todos sabemos. Ele lavou as mãos, como se discursasse para alguns poucos, como se não existisse televisão, imprensa e a internet. Como se suas palavras - e atos secretos - ficassem restritos a um pequeno grupo de patrícios, de nobres senhores e senhoras senadoras. Este tempo já passou há muito.
Vi a repercussão em diversos blogs, como o da Edna e da Lenissa. Reinaldo Azevedo, em um de seus diversos posts sobre o tema, chamou de O Outono do Oligarca. Talvez esta seja a melhor descrição do que presenciamos estupefatos. Infelizmente o brasileiro não sai às ruas para manifestar, mas temos a internet como poderosa arma para manifestar nossas opiniões e discordar de tudo que existe de podre na política brasileira.
Atentem para alguns fatos.
José Sarney tem 79 anos, foi Presidente da República e por 2 vezes anteriores foi presidente do Senado. Tem o Maranhão como verdadeira capitania hereditária, apesar de ser Senador pelo Estado do Amapá. Como senador, deveria representar o Amapá, mas parece só ter olhos para seu estado natal, o Maranhão. Assim afirmou no discurso.
O Brasil não admite mais a mentira e uma relação promíscua com o dinheiro público. Estamos cansados daqueles que usufruem da máquina pública sem ter espírito público. Pessoalmente acho abominável certos benefícios que funcionários públicos têm em comparação com os demais mortais.
Pior ainda a defesa realizada por Lula. A emenda ficou pior que o soneto. Aliás, Lula – em mais uma viagem ao exterior e agora na terra de Borat – brindou-nos com grandes pérolas esta semana. Além de dizer que Sarney “não pode ser tratado como pessoa comum, pois ele não é uma pessoa comum”, Lula defendeu o presidente do Irã e as aparentes fraudes ocorridas na eleição daquele país.
Mas voltando ao assunto, Sarney não é um homem que acompanhou as mudanças no país. Ele parou no tempo. Deveria ter a humildade de retirar-se da cena pública, de abrir mão do prazer que o poder traz consigo, de deixar sua vaidade para o mundo das letras. Um grande homem sabe a hora de se retirar, sabe a hora de reconhecer que seu tempo passou, que seu serviço público já foi prestado e que é hora de se aposentar.
Deixar os palcos graciosamente é uma qualidade de poucos. É preciso desprendimento e um reconhecimento humilde de que somos limitados, finitos e temporais. A maioria insiste em rejeitar a implacável marca do tempo. Sarney corre o risco de macular sua biografia.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Lá vem o 3 subindo a ladeira...
Talvez Lula diga mais tarde que não sabia de nada.


