Mostrando postagens com marcador humor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador humor. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Receita para o ano novo


instagram @rbueloni


Um bom livro, um café ...ou uma taça de vinho, uma cerveja gelada, uma chá gelado, um suco...tanto faz, o que importa é o bom livro. O lugar também perde relevância quando o livro nos absorve, intriga, faz pensar.

"A Fórmula do Bom Humor", de Carlo de Marchi (Editora Quadrante, 2018) não é um livro de auto-ajuda. Achei que era quando o recebi, mas arrisquei. Afinal, o livro tem como subtítulo "E os cinco remédios contra a tristeza". Parecia feito sob encomenda para um 2018 que foi um ano longo, um ano de despedidas, de dor.

Pois bem, o livro é de uma grande leveza, mas mostra como é possível tornar nossos dias mais confortáveis, mais afáveis, como é possível enfrentar as dificuldades com serenidade e um certo grau de alegria - até onde é humanamente possível.

Destaco abaixo 2 trechos do livro que me pareceram uma verdadeira receita para o ano novo, algo como um propósito a ser praticado todos os dias, faça chuva ou faça sol (eu adoro dias chuvosos e aquele barulho de chuva no telhado ou na janela....).

Vamos aos trechos:

"Em uma passagem de seu célebre discurso de aceitação do Nobel da Paz, Madre Teresa de Calcutá fez um convite que surpreendeu muitos dos presentes: 'Dai sempre um sorriso a vossos familiares. Oferecei-vos reciprocamente vosso tempo em família. Dai-lhes um sorriso.'

Uma condição prévia para atingir esse objetivo é cultivar uma visão sorridente de si mesmo. Trata-se de uma aceitação particular do próprio modo de ser que permite não dramatizar a situação em que nos encontramos, isto é, a não me levar muito a sério e não levar muito a sério os demais." (p. 76)


"'Em minha vida, só me arrependo de não ter sido mais gentil', disse o escritor George Saunders quando, em 2013, foi convidado a proferir um discurso como patrono dos graduandos na Universidade de Siracusa, nos Estados Unidos. Em seu discurso, propôs a gentileza como regra para o sucesso de quem está começando a carreira profissional:

'De quem vocês se lembram com mais carinho no decorrer da vida? Com o mais inegável sentimento de cordialidade? Daqueles que eram mais gentis com você, aposto. Talvez isso seja um pouco simplista, e é certamente difícil colocá-lo em prática: no entanto, eu diria que, como objetivo de vida, vocês fariam bem se tentassem ser mais gentis.'"

Será que custa tanto tentar ser mais gentil e sorrir mais, compartilhar com mais pessoas um sorriso? Não sei se conseguirei, mas vou tentar!


segunda-feira, 1 de abril de 2013

Primeiro de Abril


Verdades que poderiam ser mentiras (notícias de hoje):

- Dilma cria o 39o. ministério no governo federal.

- Rendimento dos alunos de matemática piora entre o 5o. e o 9o. ano. MEC minimiza queda e afirma que as perspectivas são positivas.

- Rondônia supera Pará no número de mortes por disputas de terras.

- Inflação dos alimentos afeta mais a baixa renda.




Mentiras que poderiam ser verdades (manchetes de um sonhador):

- PEC que reduz número de deputados e senadores é aprovada no Congresso Nacional.

- ENEM deve ser extinto, após desempenho excelente dos alunos em redação.

- Paulo Maluf reconhece que dinheiro nas Ilhas Jersey é fruto de desvio de recursos durante suas gestões.

- Coreia do Norte destrói todos seus mísseis e assina tratado de paz com a Coreia do Sul.

- Inflação deve ficar abaixo do piso da meta pela primeira vez.


terça-feira, 16 de outubro de 2012

Um telefonema de José Dirceu


- Alô, Fidel? Tudo bem? Aqui é o Zé Dirceu!

- Que alegria ouvir-te, companheiro. Que contas?

- Estou pensando em te fazer uma visita.

- Que bueno! Quanto tempo pretende ficar?

- Uns dez ou doze anos...

terça-feira, 29 de maio de 2012

Lulamente


Nossa modesta contribuição de um novo verbete para as próximas edições dos dicionários de língua portuguesa.

LULAMENTE (lu.la.men.te) - 1. adv. modo - maneira ou jeito de ser malandro, mentiroso, chantagista, aproveitador, cara de pau, hipócrita. ex.: Lulamente conseguia pressionar todos ao seu redor. 2. subst. m. -  postura de superioridade, arrogância; diz-se do sujeito que acha-se acima do bem e do mal. ex.: Portava-se lulamente e tratava os demais com desprezo. 3. união do nome próprio Lula (ex-presidente do Brasil) e do verbo mentir no presente do indicativo, cujo significado pode ser sintetizado na expressão de que o partido e os "cumpanheiros" estão acima de tudo e de qualquer instituição, menos a bolada oriunda de consultoria a empresas que prestam serviço para o governo.



A triste síntese deste caso é o desrespeito pelo Estado Democrático de Direito e suas instituições. Se Lula não mentiu, então por que não convoca uma entrevista coletiva, ele que tanto gosta de discursar e dar lição de moral? 

Se o mensalão não existiu, por que Lula se esforça tanto para que o Supremo não julgue o processo e os crimes sejam declarados prescritos?

Se Lula não teme a justiça, por que nomeou Toffoli para o STF, advogado de seu partido e fiel cãozinho?


sábado, 5 de maio de 2012

O Estagiário


Uma entrevista sincera em que o estagiário abre sua alma e revela a mais pura realidade. Atenção especial para a parte final.



sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Manual de Sobrevivência de Ministros



Ultimamente, ministro no governo dura pouco. É um escândalo atrás do outro. A herança vem do governo Lula com o mensalão que vitimou José Dirceu e alguns assessores. No governo Dilma, em 11 meses, a alta rotatividade no ministério é a regra geral. Palocci, Pedro Novais (Turismo), Alfredo Nascimento (Transportes), Wagner Rossi (Agricultura), Nelson Jobim (Defesa) e Orlando Silva (Esportes) deixaram o governo. Todos sob suspeita. Todos usaram o mesmo script, seguiram os mesmos passos. Todos saíram ricos do governo.

O próximo deverá ser Carlos Lupi. A fila anda e depois, outros virão.

Para ajudar aqueles “novatos” ou menos experientes no ministério, como Ana Hollanda, resolvi elaborar um breve guia, um pequeno manual de comportamento para ministros em crise.

Etapa 1. Finja de morto - tente fazer com que o assunto seja esquecido, evite discursos e coletivas de imprensa. Qualquer declaração inicial deve ser lacônica e negando os fatos. Tire férias ou licença, invente uma doença, suma dos holofotes. Muitas vezes o tema cai no esquecimento público e o ministro estará salvo. Se não funcionar, passe à etapa seguinte.

Etapa 2. Declare sua indignação – reitere e repita a negativa dos fatos, do envolvimento, de conhecimento das pessoas envolvidas. Use afirmações como “isto é complô da imprensa”, “repilo veementemente as afirmações que querem denegrir minha imagem pública”, “querem atacar minha família”, “estou firme como uma rocha”, "são as forças reacionárias que tentam desestabilizar o governo", “só saio abatido a bala” e muitas outras que os ex-ministros nos brindaram. As frases de indignação devem revelar apoio do chefe do executivo, do partido e de que as pessoas próximas ao ministro estão sendo vitimadas inocentemente. O tom deve ser de exaltação, revelando indignação - ainda que tudo não passe de jogo de cena.

Etapa 3. Use o horário do partido na televisão e rádio – convoque os correligionários a defender a capitania hereditária que é o ministério, afinal, se cair o ministro, o partido pode perder o ministério e a teta gorda que alimenta muitas bocas de filiados ao partido. O importante é unir o partido em torno da fonte de renda que é o ministério. Louve o passado ilibado do partido na luta contra a ditadura, mesmo que seja mentira.

Etapa 4. Prepare a saída honrosa – Se nada disso funcionar e os fatos foram inquestionáveis e as contradições comprovadas, vide caso Carlos Lupi, então, prepare uma saída honrosa. Recorra ao lapso de memória, utilize toda sua habilidade de enrolar e inventar e tente criar uma versão crível do escândalo. A saída honrosa deve ser rápida para evitar que o assunto fique durante muito tempo nas páginas dos jornais e revistas.

Etapa 5. Demissão – confirmada a demissão, prepare uma carta de demissão e saía atirando e acusando os outros – imprensa e oposição. O discurso de despedida deve ser emocional, chore, agradeça aos amigos, faça-se de vítima e incorpore o papel. Tente ganhar um Oscar de interpretação, pois isto pode salvar sua carreira pública.

Etapa 6 – Deixe o tempo passar. O tempo será a redenção. Afinal, com o dinheiro arrecadado de ONGs e convênios, nada como tirar umas férias e gozar do fruto do “trabalho” no ministério. O brasileiro tem memória curta e logo será possível voltar à vida pública. O esquecimento o transformará em injustiçado e serão realizadas sessões de desagravo, como no caso do Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, coitadinho. Ou como no caso de José Genoíno, um deputado tão honesto. Mais cedo ou mais tarde, eles sempre voltam.

Em tempo: O ministro Carlos Lupi está na Etapa 4, reparem só.


segunda-feira, 12 de setembro de 2011

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Mais comédia política

Dilma sobre futebol e sua famosa saudação: - Oi!



Dilma sobre cultura e suas leituras de final de semana.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Lula e Freud

O discurso de nosso grande líder merece ser visto. O vídeo é curto e garante muitas risadas. Fico pasmo com a capacidade criativa de nosso presidente. É muita besteira para um único homem.

A incorporação do vídeo foi desabilitada, então, meus caros, tem que clicar no link para acessar o vídeo.

Uma pérola destas não poderia passar batido.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Apagão, blecaute ou ET de Itaberá?



Em uma semana de notícias pitorescas, não vou deixar barato e especular. Digo pitorescas, pois alguns acontecimentos são dignos de uma boa piada. Desde a loira da Uniban até Dilma Roussef explicando, com a paciência de mãe do PAC, que não houve apagão, mas sim blecaute. Tudo bem, há um equívoco técnico na precipitação da divulgação do evento, mas pior de tudo é a versão dada pelo Governo. Repito: versão.

Todo evento ou acontecimento desagradável, ou escandoloso, deste governo ganha uma versão oficial, como se fazia nos tempos de Goebbels, ou no romance 1984, de George Orwell. Cria-se uma "verdade" e todos passaram a adotá-la como verdadeira, sem investigar, questionar e remediar. Isto é algo recorrente neste governo.

Então, como hoje é sexta-feira 13, resolvi sugerir algumas versões que podem ser utilizadas pelo Governo para explicar o incidente com as linhas de transmissão de Itaipu (que em tucanês é sinônimo de blecaute para petista):

Foi a loira da Uniban que escalou uma torre de transmissão com aquela blusa comprida, digo vestido, e massa revoltada derrubou a torre.
  1. Foi um tucano que pousou na linha de transmissão fugindo do desmatamento em Mato Grosso do Sul e morreu eletrocutado, causando um curto-circuito.
  2. Segundo um relatório sigiloso da CIA repassado por Barack Obama ao "Cara", uma nave extraterrestre pousou em Itaberá atraída pelo nome da cidade, que em tupi guarani significa "pedra brilhante", o que acarretou uma interferência magnética que provocou uma queda de energia momentânea, acarretando uma reação em cadeia de falta de energia.
  3. Foi um hacker russo que resolveu testar a confiança do sistema energético brasileiro e como ele tinha ouvido falar em "mensalão", achou que podia faturar um por aqui.
  4. Segundo Reinaldo Azevedo, foi um curto-circuito entre os petistas que comandam Itaipu e os peemedebistas que comandam Furnas.
Fiquem à vontade para acrescentar mais algumas versões.

Antes de encerrar, segue o trecho da nota oficial divulgada pelo INPE e tirem suas próprias conclusões sobre a versão oficial:

"Segundo os especialistas do Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do INPE, embora houvesse uma tempestade na região próxima a Itaberá, com atividade de raios no horário do apagão, as descargas mais próximas do sistema elétrico estavam a aproximadamente 30 km da subestação e cerca de 10 km distantes de uma das quatro linhas de Furnas de 750 kV e a 2 km de uma das outras linhas de 600 kV, que saem de Itaipu em direção a São Paulo.

Para os especialistas do ELAT/INPE, a baixa intensidade da descarga registrada (menor que 20 kA) não seria capaz de produzir um desligamento da linha, mesmo que incidisse diretamente sobre ela, segundo dado da Rede Brasileira de Detecção de Descargas (BrasilDat), que no momento do apagão estaria operando com ótimo desempenho. Em geral, apenas descargas com intensidade superiores a 100 kA, atingindo diretamente uma linha, poderiam causar um desligamento de linhas de transmissão operando com tensões tão elevadas como as linhas de Itaipu (duas de 600 kV e duas de 750 kV)."

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Sem noção

Para rir um pouco, antes de voltar a temas sérios. A conversa é de um programa de rádio português e a moça está um tanto perdida, ora, pois.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Humor de ambientalista

Um pouco de humor para esta semana curta!

Sabe o que acontece com homem que só pensa em salvar árvore?

Começa a crescer uns galhos na cabeça dele!

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Vai ter barraco


Recebi esta foto por email de uma amiga e não resisti. Depois de rir muito, compartilho-a com todos vocês.

Pelo jeito, vai ter um grande "barraco" nesta festa!

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Efeitos colaterais da Lei Seca



Um pouco de humor para começar a semana, direto do blog Simples Coisas da Vida! A foto acima vem de lá.

Resta saber se uma senhorinha com 69 anos ao volante não é um risco equivalente! A marvada da pinga realmente afeta o cérebro das pessoas.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Lei Seca

A pergunta que não quer calar:

Dirigir um veículo estando bêbado não pode!

E um país, pode???

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Para rir com o Incrível Hulk

Vou dar crédito a quem merece. Então não vou reproduzir as fotos, mas apenas o link.

Visitem este post no Blog do Anderson. É de morrer de rir. Aquele humor que só brasileiro sabe fazer.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Uma propaganda do Mac

A Apple lançou uma série de propagandas nos EUA comparando o desempenho do Macintosh com os PCs. É uma antiga briga Apple vs. Microsoft.

Em alguns campos, como MP3, o iPod da Apple dá um baile no Zune da Microsoft. Nos computadores, ainda somos reféns da Microsoft.

A propaganda é divertida e um bom jeito de começar a 2a feira: rindo!