Eventos familiares podem gerar todo e qualquer tipo de reação. Há aqueles onde reina a cizânia, a tensão, a indiferença, a maledicência. Outros há, onde os laços de sangue aproximam as pessoas num espírito cordial e fraterno, de alegria e respeito. Comemorar 90 anos é motivo mais do que suficiente para reunir a família próxima e distante. E motivo para superar implicâncias e diferenças para saudar o aniversariante.
Um tio-avô comemorou 90 anos neste final de semana. Um almoço festivo e agradável, onde parentes puderam se reencontrar. Ele é o mais novo de 4 filhos e sua única irmã viva, com 92 anos estava presente, lúcida, sorridente, vencedora.
Fiquei a pensar em como o tempo passa e como somos premiados com cada dia de vida com que somos presenteados. Um novo dia que começa é antes de tudo um dia a ser escrito e vivido. Será que chegaremos aos 90 anos? Será que chegaremos com saúde aos 90 anos? Não sei e ninguém sabe. Sabemos apenas que temos o momento presente para saborear, sabemos apenas que o presente está a ser escrito e isto afetará o futuro.
Um dia partiremos e ficarão as memórias, as lembranças de bons momentos, dos sorrisos, dos causos e histórias contadas – algumas reais, outras fantasiadas. E os pequenos que ali estavam, vendo o tio-bisavô sorrir, estranharam aquele senhor com o qual convivem muito pouco, e talvez guardem alguma lembrança deste dia. As fotos, porém, congelaram a cena para a posteridade e para manter viva a memória daqueles que são indispensáveis na formação daquilo que cada um de nós é. Carregamos no sangue e no caráter estes traços familiares que passam de geração em geração.
Um tio-avô comemorou 90 anos neste final de semana. Um almoço festivo e agradável, onde parentes puderam se reencontrar. Ele é o mais novo de 4 filhos e sua única irmã viva, com 92 anos estava presente, lúcida, sorridente, vencedora.
Fiquei a pensar em como o tempo passa e como somos premiados com cada dia de vida com que somos presenteados. Um novo dia que começa é antes de tudo um dia a ser escrito e vivido. Será que chegaremos aos 90 anos? Será que chegaremos com saúde aos 90 anos? Não sei e ninguém sabe. Sabemos apenas que temos o momento presente para saborear, sabemos apenas que o presente está a ser escrito e isto afetará o futuro.
Um dia partiremos e ficarão as memórias, as lembranças de bons momentos, dos sorrisos, dos causos e histórias contadas – algumas reais, outras fantasiadas. E os pequenos que ali estavam, vendo o tio-bisavô sorrir, estranharam aquele senhor com o qual convivem muito pouco, e talvez guardem alguma lembrança deste dia. As fotos, porém, congelaram a cena para a posteridade e para manter viva a memória daqueles que são indispensáveis na formação daquilo que cada um de nós é. Carregamos no sangue e no caráter estes traços familiares que passam de geração em geração.




